17.2.09

Elementos decorativos alusivos à Páscoa



Técnica e materiais aplicados: balão, tiras de jornal e cola


Sugestões retiradas de Revistas de Artes Decorativas

5.2.09

Evolução do Desenho Infantil

Assim como a linguagem, o desenvolvimento do desenho da criança possui uma maturação das habilidades de motricidade e pensamento simbólico. Percebe-se uma simultaneidade na percepção dos elementos do desenho contraposto à linearidade da fala e da escrita, isto é, há uma relação directa entre a evolução do desenho e da escrita, de certa forma, ambos são meios de expressão e comunicação. A partir do desenho, a criança tem a possibilidade de lidar com o lúdico, de se expressar, de registar um facto, entretanto, cada fase ou estágio do desenho, assume um carácter próprio. Apesar das diferenças individuais e da personalidade, esses estágios seguem uma padronização de acordo com a faixa etária.

De acordo com uma análise piagetiana, o autor ira dividir em cinco fases: garatuja, pré-esquematismo, esquematismo, realismo e pseudo-naturalismo.
No estágio das garatujas ou rabiscos, ela pode se subdividir em desordenada e ordenada, onde na primeira a criança faz simples riscos, ignora o limite do papel e mexe todo o corpo para desenhar; já na forma ordenada, as garatujas vão apresentando linhas mais longitudinais, tornando-se mais circulares e, por fim, se fecham em formas independentes.
No estágio pré-esquemático, aparece a descoberta da relação entre desenho, pensamento e realidade, onde os desenhos são dispersos inicialmente, a aparecem as primeiras relações espaciais, além do surgimento do vínculo emocional.
No estágio esquemático, a criança já faz operações concretas, esquemas representativos, expressão de experiências novas. O desenho já possui uma linha de base, conceito bem definido de figura humana.
No estágio de realismo, existe uma maior consciência do sexo e da auto-crítica, além do descobrimento do plano e da superposição, abandonando a linha base e do esquema de cor, sendo enfocado o conteúdo emocional.
Por último, o estágio pseudo-naturalista, entrando na fase das operações concretas. A arte deixa de ser vista como uma actividade espontânea. Aparece a tendência visual, objectividade e subjectividade.

Construção de flores com meia de seda

Material: arame, para a estrutura; meias de seda, para revestimento das pétalas e folhas; fita verde aderente, para revestir o pé e nós da flor.

4.2.09

Técnica do balão


Dia Mundial da Marioneta - 21 de Março


As marionetas, os fantoches e o teatro de sombras figuram entre as mais antigas expressões artísticas da nossa cultura. Em todas as civilizações, podemos encontrar as raízes teatrais e literárias das artes dramáticas no teatro de fantoches, que, por seu turno, evoluiu ao longo dos séculos das formas mais diversas e extraordinárias. Isto pode verificar-se pela simples contemplação das diversas variedades de marionetas que se desenvolveram durante o período medieval, desde as representações sagradas e misteriosas, até às representações de cenas da natividade, nas quais participavam figuras, marionetas e estátuas falantes. As interacções entre o teatro convencional e o teatro de marionetas foram sempre abundantes, abrangendo formas variadas e diferentes entre si. Por exemplo, na Idade Média, a noção teatral da máscara sofreu inúmeras alterações, absorvendo personagens e alimentando-se a partir de diferentes fontes.


Origami - "A Arte de dobrar o Papel"

Origami é uma arte milenar de origem japonesa, que tem como base a criação de formas através da dobragem de papéis, sem o uso de cortes. Não se tem registo exacto de quando surgiu o Origami, mas acredita-se ter sido um costume religioso de épocas antigas, quando as divindades, representadas em papel, decoravam os templos. A prática do Origami favorece a concentração, destreza manual e paciência, além da satisfação pessoal de poder criar formas.
Poderão consultar diversas dobragens no seguinte site:


31.1.09

Técnicas de Pintura

Trabalhos realizados por uma aluna de 5º ano

"Composição livre" - Técnica a lápis de cor

"Ponto e Linha" - Técnica a caneta de feltro

"Primavera" - Técnica a lápis de cor


Sugestões de Máscaras e Chapéus para o Carnaval





Trabalhos realizados com cartolina

Técnicas de Decoração com guardanapos de papel


Material: guardanapos de papel decorativos; cola branca.
Forma de aplicação: recorte o motivo desejado; separe a folha com o motivo decorativo das outras camadas inferiores; depois aplique cola branca, um pouco diluida em água no objecto a decorar (tecido, vidro, madeira, cartão...) e aplique os motivos recortados. Depois de seco, aplique outra camada de cola, de forma a impermeabilizar (esta deverá ser mais diluida que a anterior). No caso das velas, apenas é necessário um ferro a valor!